Corpo Translúcido, Alma Opaca

Mãtãnãg, a Encantada (2020), de  Charles Bicalho e Shawara Maxakali é um dos poucos filmes indígenas de ficção, com visibilidade em festivais e mostras, produzidos no Brasil. E mesmo que a produção Indígena venha se alargando cada vez mais por seus diversos fatores, o destaque desse cinema tem se dado majoritariamente no campo documental[…]

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Em transe

Durante o curta-metragem somos conduzidos em uma jornada através da consciência do personagem e das estruturas políticas/sociais que o circundam. Nesse percurso, dois momentos se apresentam como essenciais: 1) o acidente que o protagonista sofre quando passa com seu carro recém adquirido por cima de um buraco na estrada, servindo de estopim para as mudanças que estão por vir[…]

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Sampleamento

Desde seus primeiros momentos, “Verona” (Marcelo Caetano, 2014) prendeu minha atenção por sua visualidade. O título estampado em verde seguido da acinzentada sequência inicial com alguns inteligentes pontos focais em vermelho, depois a graciosa cena onde Elias dança[…]

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O silêncio do viver

Sesmaria (Gabriela Richter Lamas, 2015), é uma obra que remete a situações cotidianas de uma região específica do extremo sul do país – em um pequeno município localizado em São Lourenço do Sul – para narrar uma tragédia rural que balança entre a linha tênue da aparência documental com o concreto espaço fictício[…]

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Todos os meus dilemas

“Tea For Two” (Julia Katherine, 2018) conta a história de Silvia, cineasta que passa por um momento de crise pessoal e profissional quando, certa noite, recebe a visita de sua ex-esposa Isabel momentos antes de conhecer Isabela, pela qual desenvolve afinidade instantaneamente […]

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